A intenção é resgatar as brincadeiras antigas, o cozinhar com crianças, a construção de brinquedos, cantigas de roda, músicas e histórias infantis para que todas as crianças possam ser crianças de verdade e não miniaturas de adultos!

Quase todo o material aqui postado, foi encontrado em ferramentas sociais da internet. Caso alguém sinta-se ofendido ou prejudicado com alguma de suas publicações aqui encontradas, por gentileza, comunica-me que a mesma será retirada ou terá os devidos créditos. Pois, não há intuito algum do uso má fé autoral, e sim de resgatar e expandir o universo infantil!
Embora adultos, temos uma criança dentro de nós. Então, se deliciem!
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O significado do Natal para as crianças nos dias de hoje

 
Não gosto do Natal, ao contrário de muitos acho a data triste, isso desde criança.  Eu pensava: Jesus acabou de nascer e logo vai morrer.
     Morando em cidade do interior, bem interior, tínhamos a Novena de Natal. Durante estes nove dias, meus colegas e eu refletíamos o significado da existência em comunhão com a comunidade. Embora, a cidade é de uma região de Minas extremamente pobre, todos sabiam que no fundo era rico. Rico de sabedoria, saúde, paz, harmonia e principalmente de espírito. Assim, ajudávamos a arrecadar alimentos e roupas para cesta de Natal de quem não tinha nada para comer ou vestir naquela noite sagrada.
    O Papai Noel era um velho gordo e simpático que vivia só em nossa imaginação. Que trazia um único brinquedo, bem singelo, para ser utilizado por todos os irmãos. Naquele tempo o Natal era diferente, hoje as crianças já sabem o que vão ganhar. Mas, não será o bom Velhinho que irá trazer, foi imposto o ano inteiro para os pais que seria aquilo. E os pais concordaram com a imposição se o filho tirar nota boa, não brigar com os colegas, comer verdura, se comportar na escola e ser uma criança obediente. Tudo bem, a vida é uma troca. Tenho salário no fim do mês se eu trabalhar, tenho uma profissão porque estudei muito durante cinco árduos anos. No entanto, as crianças não são mais moldadas pela maioria dos pais como um ser em formação que tem de aprender o certo e o errado e conhecer limites. O Natal se tornou esta moeda de troca para pais e filhos.
   A data de confraternização, talvez a mais importante, perdeu seu significado para filhos extremamente ansiosos, pais preocupados com os gastos dos presentes e posteriormente com a divida dos mesmos. Não vejo nada de errado em festa de Natal e troca de presentes. É bom ser lembrado, e infla o ego quando um parente ou amigo vem de muito longe para passar esta data conosco. No entanto, penso que é uma pena que o consumismo tenha tomado o lugar do significado natalino, de pensar no próximo e a revisão de nossas atitudes como ser humano, pais e espelhos. Chegando ao ponto de muitas pessoas ficarem frustradas por não comprarem tudo o que gostariam e muitas crianças fazerem escândalos por não receber o que pediu. Ou quando a compra do objeto, ou objetos, desejado é feita não por amor. Mas, para sanar a culpa de ausência, atenção, limites, paciência, carinho e cuidados negligenciados  durante todo o ano.
    Não estou sugerindo, de forma alguma, que você deixe de comprar presentes no Natal para seus filhos. Porém, o presente não pode tornar-se um fardo para toda a família em forma de dividas, ser mais importante que a data comemorada ou valer mais que aquela avó que está vindo de longe só para passar a data com os netos. Ela poderia está confraternizando com qualquer outro membro da família, no entanto, escolheu vocês para se reunir na maior festa cristã comemorada em todo o canto do mundo. E isto tem de está claro e notório para os filhos. Sinceramente, não acredito que a alegria do Natal esteja ligada ao número ou ao preço dos presentes. Mas, no afeto de representar muito para as pessoas que o cerca, de reunir com os familiares para dar graças pelas conquistas, pelo que tem, pela saúde e vida de todos. Isto são valores que não há dinheiro que compre, são legados que não têm preço!


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Não foi o avião que me trouxe - Falando sobre sexo com crianças

Não foi o avião que me trouxe - Falando sobre sexo com as crianças

Por volta dos oito, nove anos eu perguntava à minha mãe de onde vêm os bebês, ela dizia que um avião passava e os chova jogava na barriga das mulheres e lá eles cresciam até o médico ou minha avó (que era parteira) achasse que era hora de tirá-los. Já a vizinha, que era mãe de um amigo, contava que a mulher engolia uma semente de uma melancia diferente, a barriga crescia e depois minha avó tirava a criancinha. Confesso que eu acreditava nesta teoria, e achava que era por isso que meus pais beijavam na boca. Meu pai colocava a tal semente na boca da minha mãe. Não ouvíamos falar da história da cegonha, muito menos sabíamos o que era uma.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO -http://www.portaleducacao.com.br/psicologia/artigos/21013/nao-foi-o-aviao-que-me-trouxe-falando-sobre-sexo-com#ixzz2N3Rzy9dk

Pequenos Adultos, a vaidade exagerada das crianças

Pequenos Adultos, a vaidade exagerada das crianças  

 ...o mundo da moda tem se inovado com muito glamour e sofisticação para atrair crianças e seduzir os pais.
De olho na mudança de c...omportamentos da criançada, os salões de beleza se especializaram em desenhos de unhas e penteados infantis e muitos fast foods passaram a usar brinquedos e propagandas pra lá de criativas para atraí-los...
 


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Quando os filhos pedem por limites

 
Antes de tudo é necessário esclarecer a diferença entre autoritarismo e limite: Limite quando se vale da força da violência, não pode ser considerado autoridade, mas, sim autoritarismo. Ou seja, é a imposição. Respeito é uma conquista, autoridade deve ser vista como autorizar e com respeito a autorização se flui.
        Limite além de ser sinônimo de um comportamento ético, dotado de reflexão, segurança emotiva e física, também é capaz de formar a personalidade do futuro adulto. É importante considerem que cada filho tem o seu tempo e seu entendimento dentro de sua faixa etária. Não existem receitas para educá-los, mas, requer trabalho e acima de tudo dedicação...

Como abordar a morte de um ente às crianças



Como abordar a morte de um ente às crianças
Não existe uma forma certa para comunicar a morte de alguém a uma criança, mas sim a forma mais adequada que o adulto encontre no momento para anunciá-la. Existem perdas inesperadas, por exemplo, um enfarte fulminante ou as mortes violentas como acidentes automobilísticos. E há as mortes que são anunciadas em virtude de uma doença crônica, como câncer. A morte inesperada é mais difícil de aceitar, entretanto através da doença a criança vai compreendendo que aquele tio, aquela mãe, avô, irmão... não melhora e não retorna para casa. Aos poucos, ela vai abrangendo o processo de vida e morte. É importante que por perto exista um adulto para explicar cada procedimento que venha ocorrer com a pessoa doente. Desta forma a criança irá se familiarizando com as possibilidades que possam acontecer.