A intenção é resgatar as brincadeiras antigas, o cozinhar com crianças, a construção de brinquedos, cantigas de roda, músicas e histórias infantis para que todas as crianças possam ser crianças de verdade e não miniaturas de adultos!

Quase todo o material aqui postado, foi encontrado em ferramentas sociais da internet. Caso alguém sinta-se ofendido ou prejudicado com alguma de suas publicações aqui encontradas, por gentileza, comunica-me que a mesma será retirada ou terá os devidos créditos. Pois, não há intuito algum do uso má fé autoral, e sim de resgatar e expandir o universo infantil!
Embora adultos, temos uma criança dentro de nós. Então, se deliciem!
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quinta-feira, 11 de abril de 2013

obesidade infantil

 
Foi-se o tempo que criança saudável era criança gordinha. Hoje o cenário é assustador: a obesidade atinge 15% dos pequenos, que estão expostos a riscos de gente grande. A falta de exercícios e a alimentação inadequada são os grandes culpados pelos quilos a mais.
 Só para se ter uma idéia, quando o pequeno devora um pacote de bolacha na hora do lanche, está ingerindo o equivalente a uma refeição completa em calorias. Os prejuízos são enormes: além do impacto na auto-estima, aumenta a chance de problemas ortopédicos, diabetes, de infecções respiratórias e de pele, de cirrose hepática por excesso de gordura depositada no fígado - a chamada esteatose. Pior: uma criança obesa em idade pré-escolar tem 30% de chances de virar um adulto rechonchudo. O risco sobe para 50% caso ela entre na adolescência gorda.
Explica-se: as células adiposas vão ficando cada vez mais recheadas de gordura até que estouram e se multiplicam, fenômeno mais comum justamente no primeiro ano de vida e na adolescência. Reverter o quadro depende basicamente de uma coisa: reeducação alimentar e atividades física.
Pais, lembrem-se: O seu filho é o que come, é como você o molda!
 
 

quarta-feira, 27 de março de 2013

dia do circo

-Hoje tem marmelada?
-Tem sim, senhor!
Hoje comemora-se no Brasil, comemora-se o Dia do Circo (27 de março). Uma homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, que nasceu nessa data, no ano de 1897, na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo.
Tem muita criança que ao ver um palhaço começa a chorar. Outras, ficam desesperadas e inclusive chegam a sentir ataques de pânico e arritmias cardíacas.  Não se sabe a razão deste medo irracional, provavelmente a criança enxergará um palhaço como uma figura ameaçadora, já que o individuo usa uma maquiagem carregada e uma grande peruca, ocultando sua verdadeira identidade. 

A criança que tem Coulrofobia quando vê uma imagem ou um palhaço real sofre arritmia cardíaca, perda de folego, pânico, suores e náuseas. Os sintomas são físicos por que é real o que ela sente quando vê o que lhe dá medo.
  Antigamente, muitos hospitais e consultórios infantis tinham palhaços decorando as paredes, coisa que hoje em dia praticamente é raro de se encontrar, já que foi comprovado que muitas crianças se assustavam. 
O medo de palhaços é classificado pela psiquiatria como fobia e tem o nome de "Coulrofobia". O prefixo "coulro" vêm do grego  κωλοβαθριστής (kōlobathristēs), que significa “aquele que anda sobre pernas de pau”, já que antigamente alguns palhaços andavam sob pernas de pau.

 

 

 
http://www.culturapracrianca.com/diadocirco

domingo, 17 de março de 2013

Síndrome da morte súbita infantil


A síndrome da morte súbita infantil síndrome da morte súbita em bebês, ou síndrome da morte súbita do lactente (também conhecida como "morte do berço" ou Sids, da sigla em inglês), não é uma doença específica. Trata-se de um diagnóstico que os especialistas dão quando um bebê aparentemente saudável morre sem explicação. Quando nem os médicos nem a autópsia conseguem explicar a causa da morte, ela é classificada como morte súbita.
A síndrome ainda é um mistério para os médicos. No Hemisfério Norte, ela parece ser mais comum que no Brasil, embora exista a possibilidade de aqui os casos não serem adequadamente registrados para fins estatísticos, já que o registro exige a realização de necropsia. Nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de 2.500 bebês morrem por ano dentro das características da síndrome. A maioria das mortes acontece durante o sono, à noite, mas nos EUA 20 por cento dos casos ocorrem em creches, escolinhas e berçários, segundo um estudo publicado na revista Pediatrics.
Na década de 1990, campanhas para combater esse tipo de ocorrência passaram a orientar as mães a nunca colocar os bebês para dormir de bruços. Desde então, a incidência da morte súbita caiu em mais de 50 por cento.
Por que a morte súbita acontece?

Ninguém sabe explicar exatamente por que esses bebês morrem. Os especialistas acreditam que seja uma combinação de fatores. Alguns especulam que talvez essas crianças tenham um problema na parte do cérebro que controla a respiração e o despertar, e que por isso tenham mais dificuldade para reagir no caso de alguma coisa atrapalhar a respiração, como cobertas tampando o rosto.

Pesquisas continuam sendo feitas para tentar descobrir por que crianças aparentemente saudáveis morrem sem explicação.

Quando a morte súbita acontece?

A morte súbita acontece com mais frequência durante o sono, mas não necessariamente. Pode ser durante à noite, no berço, mas pode ser também numa soneca de dia, no carrinho ou até no colo dos pais. Além disso, a morte súbita é mais comum no clima frio, embora os especialistas não saibam bem por quê.

Há bebês que correm mais risco que outros?

A síndrome atinge especialmente bebês de 1 a 2 meses. Antes de 1 mês ela é mais rara, e o risco vai diminuindo conforme o bebê vai crescendo.
Há alguns outros fatores, além da idade, que parecem elevar o risco: 
- ser menino: a incidência é ligeiramente maior em meninos (cerca de 60 por cento dos casos)
- ter nascido prematuro (antes de 37 semanas de gestação)
- ter nascido com baixo peso (menos de 2,5 kg)
- ser gêmeo, trigêmeo etc.
- casos de morte súbita na família

O que posso fazer para reduzir o risco?

Infelizmente, não há muito que se possa fazer para evitar a morte súbita. Lembre-se de que ela é um fenômeno raro e que, com algumas medidas simples, dá para pelo menos reduzir o risco. As principais são: coloque o bebê para dormir sempre de barriga para cima e não o exponha à fumaça de cigarro.
Veja as medidas recomendadas por especialistas:

Ponha o bebê para dormir de barriga para cima
Este é o ponto mais importante. Antigamente se recomendava que os bebês dormissem de lado, mas os cientistas mostraram que bebês saudáveis não correm o risco de engasgar se dormirem de barriga para cima.
Quando chegam mais ou menos aos 6 meses, os bebês começam a se virar sozinhos, e não dá mais para controlar a posição. Mas, a essa altura, o risco de morte súbita já caiu bastante, e você pode deixá-lo dormir na posição que ele escolher. Na hora de colocá-lo no berço, porém, continue acomodando-o de barriga para cima. Se isso a deixar mais tranquila, vire-o delicadamente se o "pegar" dormindo de bruços, mas não é preciso ficar vigiando seu filho a noite toda.

Não abuse de cobertas
Cuidado com cobertores e mantas. É mais seguro não usá-los, pelo menos antes dos 6 meses. Se estiver frio e você achar realmente necessário, deixe-os abaixo da altura das axilas do bebê, bem firmes. Não tenha cobertores grandes soltos de modo que o bebê possa se enfiar embaixo deles durante a noite.

Use um colchão firme
O colchão deve ser firme, com apenas um lençol por cima. Colchões e superfícies moles demais não são adequados para o bebê dormir.

Pare de fumar durante a gravidez e não deixe que pessoas fumem perto do bebê
A morte súbita é mais comum em bebês cujas mães fumavam ou em crianças que foram expostas ao cigarro, seja durante a gravidez ou depois. Um estudo chegou a prever que até 40 por cento dos casos de morte súbita poderiam ser evitados se as mães não fumassem durante a gravidez.

O bebê será exposto à fumaça mesmo que uma pessoa fume em outro ambiente da casa, com as janelas abertas. Peça às visitas que não fumem na sua casa, e não leve o bebê a lugares onde haja muita fumaça de cigarro.

Não agasalhe demais o bebê
Estudos ligaram o excesso de agasalhos e o superaquecimento do bebê à morte súbita. Coloque a mão na barriga do bebê ou no pescoço dele para ver se ele está quentinho o suficiente. Se ele estiver muito quente, suando ou com brotoejas, tire uma camada de roupa. Não se guie pelas mãos ou pelos pés dele -- é normal que as extremidades dos bebês sejam mais frias que o resto do corpo.
Use cobertores leves e evite almofadas, edredons e mantas volumosas. 

Leve seu filho com frequência ao pediatra
Mantenha as vacinas em dia e procure orientação médica se seu bebê estiver doente. A amamentação comprovadamente reduz o número de infecções em bebê, e pode contribuir para diminuir o risco de morte súbita.

O que faço quanto às sonecas durante o dia?

Pesquisas recentes indicam que as orientações de segurança devem ser seguidas também durante as sonecas, em especial a sobre dormir de barriga para cima e de limitar a roupa de cama. Durante os primeiros seis meses do bebê, vale a pena ficar por perto durante as sonecas, dando uma espiadinha de vez em quando, afirmam os especialistas.

Ouvi dizer que existe um monitor que avisa se o bebê pára de respirar. Eles adiantam?

Não há nenhuma prova científica de que esses aparelhos realmente evitem a morte súbita. São monitores eletrônicos que disparam um alarme se o bebê pára de respirar. Não se sabe até que ponto é possível reanimar um bebê no caso de morte súbita. Esse tipo de aparelho, no entanto, pode ser recomendado pelo pediatra se a criança já tiver passado por algum incidente com a respiração.

É seguro levar o bebê para a minha cama?

Dormir na mesma cama com o bebê pode ser mais arriscado principalmente se você e seu parceiro forem fumantes, tiverem o sono pesado demais ou estiverem tomando algum medicamento para dormir. O risco é maior até os 3 meses, e se o bebê for prematuro ou tiver nascido com menos de 2,5 kg.
Como fazer para não ficar apavorada, com medo de que algo aconteça ao meu bebê?

Converse com o pediatra para tirar todas as suas dúvidas e siga as medidas de segurança recomendadas por ele. O risco existe, mas é muito pequeno, e é apenas mais um dos riscos a que seu filho estará sujeito ao longo da vida. Temer que algo aconteça com o filho é parte inerente da maternidade.
Mas, se o medo estiver grande demais, atrapalhando sua vida, vale a pena procurar alguma outra ajuda médica, seja do seu ginecologista ou de outro especialista. Às vezes, o medo excessivo pode ser sinal de depressão.

fonte:
http://brasil.babycenter.com/a2000004/morte-s%C3%BAbita#ixzz2NosPm2J5
Para saber mais: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/amamentacao-pode-reduzir-riscos-de-morte-subita-em-bebes
 http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u429264.shtml
http://www.virtual.epm.br/material/tis/curr-bio/trab2003/g3/morte.html
http://drauziovarella.com.br/crianca-2/sindrome-da-morte-subita-infantil/

 
para citar: http://culturapracrianca.blogspot.com.br/sindromedamortesubitainfantil

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Pais de menino de 6 anos que se vê como menina denunciam escola

Coy Mathis foi proibido de usar o banheiro feminino em sua escolinha.
Pais entraram com queixa em agência de direitos civis do Colorado, EUA.

 

Coy brinca em sua casa em Fountain, Colorado, na segunda-feira (25) (Foto: Brennan Linsley/AP)Os pais de um menino de 6 anos de idade que se identifica como menina no Colorado, nos EUA, entraram com uma queixa na agência estadual de direitos civis depois que a escola onde a criança estuda proibiu que ela use o banheiro feminino.
Com a polêmica em torno do caso do jovem transgênero Coy Mathis, diagnosticado com desordem de identidade de gênero, sua família chegou a divulgar fotos que mostram sua aparência claramente feminina.
Segundo a família, Coy age como menina desde os 18 meses de idade. Enquanto o irmão Max só queria saber de dinossauros, Coy brincava com bonecas. Aos 4 anos, falou para sua mãe, Kathryn, que havia algo errado com seu corpo.
"Nós queremos que Coy tenha as mesmas oportunidades educacionais que tem qualquer outra criança no estado do Colorado", disse Kathryn em entrevista à ABC News. Além de Coy e Max, o casal tem outras três filhas.
Desde que entrou na Escola Eagle na cidade de Fountain, Colorado, Coy se apresentou como menina e foi tratado dessa forma por professores e colegas, inclusive usando o banheiro feminino. Em dezembro, no entanto, a administração da escola informou os pais de que Coy não poderia mais usar o banheiro das colegas, recomendando que a criança recorra ao banheiro masculino ou ao da enfermaria.

 
O menino Coy Mathis, de 6 anos, se identifica como menina (Foto: Reuters/Kathryn Mathis)
Família divulgou fotos de Coy Mathis, de 6 anos (Foto: Reuters/Kathryn Mathis)
Coy (esq.), posa para foto com seu irmão, Max (Foto: Reuters/Kathryn Mathis)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Coy (esq.), posa para foto com seu irmão, Max (Foto: Reuters/Kathryn Mathis)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

estimulação e brincadeiras de bebês

E brincar com os pais é ainda melhor porque promove a interação da família, faz você conhecer melhor o seu filho e o ajuda a se sentir mais seguro e amado. Mas na hora H muitos pais ficam sem saber exatamente o que fazer. Afinal, para brincar, temos de largar o raciocínio de lado e se deixar levar pelo prazer e pela fantasia - algo que desaprendemos como adultos. Uma boa ideia é investir em brincadeiras, músicas e jogos dos quais você gostava quando era criança.

Conheça abaixo 45 sugestões de atividades para fazer com o seu filho. Elas estão divididas por fases. Quando ele sentar, você pode continuar com as brincadeiras da primeira fase, adaptando-as, e assim por diante. não esqueça que a capacidade do bebê em se concentrar é muito pequena. Então, quando ele desistir da brincadeira depois de três minutos, não é porque não está gostando, e sim porque já está pronto para a próxima!

O que fazer enquanto o bebê não senta: Ele pode parecer um ser muito passivo, que mal consegue comandar os próprios movimentos, mas já dá, sim, para vocês brincarem juntos.

1. Converse com ele: Acredite: ouvir a sua voz, o som que mais o acalma no mundo, é uma verdadeira brincadeira. Fale bastante, conte o que está acontecendo a sua volta, explique o que está fazendo, trocando a fralda, dando banho, amamentando... Lógico que ele não entenderá o significado exato, mas captará seus bons sentimentos.

2. Cante: O bebê vai adorar ouvir sua voz e vai entender que a música é outra forma de comunicação. Relembre as cantigas de roda que sua mãe cantava para você na infância e suas atuais músicas preferidas. Vale tudo desde que você o faça com prazer.

3. Faça caretas: Bebês adoram olhar rostos e vai adorar ver sua boca, seus olhos e suas mãos em movimentos diferentes. Mesmo que ele não demonstre grandes reações, como dar risadas, ficará entretido tentando entender.

4. Mímicas: Fazer mímicas para ele também é uma forma de interação. O bebê vai, no mínimo, achar engraçado ver os pais se mexendo de forma diferente.

5. Mostre objetos diferentes: Mostre a ele objetos como chocalhos, mordedores e móbiles e ensine como eles funcionam. Na frente do bebê, aperte, rode, agite o brinquedo várias vezes. Assim ele aprende como cada coisa funciona. Coloque o acessório perto para que ele tente segurar. Ainda é cedo para conseguir, mas as tentativas são válidas e irão ajudar no seu desenvolvimento motor.

6. Mostre a paisagem: Bebês adoram janelas! Fique perto do vidro e mostre a paisagem lá fora, as gotas da chuva, o gato da vizinha, o cachorro que passeia na calçada, as flores, os carros e os aviões no céu. Com o tempo, o bebê vai apontar os dedinhos e até reconhecer alguns nomes.

7. Brinque com sua voz: Em algumas conversas, faça vozes mais grossas e mais finas, fale rápido ou muito devagar, imite os sons dos animais. Talvez você consiga até algumas gargalhadas.

8. Rode, pule: Segurando o bebê no colo, rode, leve na altura da sua cabeça e desça, pule. Eles vão adorar as novas sensações que esses movimentos proporcionam. Tome cuidado apenas para sempre deixar a coluna e o pescoço apoiados em seus braços. Nada de grandes malabarismos enquanto o bebê não estiver firme.

9. Esconde-esconde: A tradicional brincadeira de "Cadê? Achou!" é sempre um sucesso. Esconda seu rosto com as mãos ou com um pedaço de pano e brinque bastante. Se o bebê não ficar irritado, vale também esconder o rostinho dele. Além de divertir, seu filho aprenderá que quando algo desaparece, não significa que deixa de existir. O objeto vai e volta. E isso vai ajudá-lo inclusive a aprender que você também vai e volta.

10. Com os dedos: Outra brincadeira bem tradicional e simples, mas que muita gente esquece: finja que seus dedos são formiguinhas e vá "andando" pelo corpo do bebê. As risadinhas estão garantidas...

11. Pisca-pisca: Use os olhos para piscar! Pisque devagar, depois rápido, revire os olhos, feche e abra em velocidades diferentes. Os bebês adoram ficar observando essas ações e com o tempo tentarão imitar.

12. Bichinhos: Deixe o bebê perto de bichinhos de pelúcia de diferentes cores, formatos e texturas para ele conhecer novas sensações táteis e visuais. Encoste o ursinho nele e deixe que sua mãozinha o toque da forma como ele conseguir, por exemplo.

13. Fantoches: Use os bichinhos também como um tipo de fantoche para conversar e cantar. Os bebês se divertem muito observando os brinquedos criarem vida.

14. Rolar: Deite ao lado do bebê na cama ou no edredom e estimule os seus movimentos rolando seu corpinho, colocando ele de bruços. Aperte o colchão para seu corpo dar pulinhos, como se estivesse em uma cama elástica. Ele vai amar!

15. Dançar: Dance com o bebê no colo. Faça isso ouvindo músicas diferentes para alternar movimentos mais rápidos e mais lentos.

Atividades bacanas para quando o bebê já consegue ficar sentado e começa a engatinhar
Com o bebê mais firme, as possibilidades aumentam. Seu ângulo de visão muda, ele será capaz de identificar brinquedos maiores e as atividades envolvendo movimentos ficam ainda mais interessantes.

16. Aproxime os brinquedos: Colocar o bebê sentado no edredom com vários brinquedos em volta é sempre bom. Mas sente ao seu lado, mostre os brinquedos, ensine como eles funcionam. Procure colocar alguns objetos que cabem nas mãozinhas do bebê para ele segurar. Mas nada muito pequeno - o mais seguro é usar o tamanho de uma bola de pingue-pongue como referencia.

17. Variedade: Na hora de lidar com os brinquedos, misture os mais flexíveis (borracha, pano) com os mais rígidos (plásticos duros próprios de brinquedos infantis) para o bebê entrar em contato com vários tipos de desafio. Mostre as cores, os formatos e as texturas diferentes.

18. Empilhar: Brinque de empilhar coisas juntamente com ele. Pode ser brinquedos próprios para isso ou objetos caseiros com os quais você improvisa. Mostre como colocar um em cima do outro. Talvez demore alguns meses para ele conseguir fazer isso, mas a parte de derrubar tudo com a mãozinha já será uma curtição.

19. Conte histórias: Conte histórias, sempre pequenas para não cansar a criança, imitando vozes e fazendo caretas. Folhear livros infantis com ilustrações grandes e bonitas também vai diverti-lo, além de estimular sua relação com a literatura no futuro. Existem alguns que oferecem algum tipo de interação, como texturas diferentes, janelas do tipo pop-up e sons. Mas nada se compara a você contando uma história...

20. Jogar no chão: Sabe quando o bebê joga algo no chão milhões de vezes para você pegar? Pois é, trata-se de uma brincadeira. não perca a paciência ou tire o objeto da mão dele, achando que o objetivo é irritá-la. Para o bebê, é divertido fazer isso e, mais uma vez, ajuda a perceber que objetos e pessoas podem ir e voltar.

21. Cabanas e túneis: Quando aprender a engatinhar, o bebê começará a explorar a casa. Os móveis se transformarão em brinquedos também. Participe da brincadeira montando cabaninhas e túneis para vocês passarem por baixo. Lençóis, cadeiras e sofás vão ajudar bastante.

22. Empilhar de novo: Crianças pequenas adoram colocar coisas em caixas e com o seu bebê não será diferente. Deixe várias disponíveis para ele. Pode ser plástico ou aquela embalagem de algum produto que acabou. Ele vai encher com brinquedos, com colheres, CDs, roupas, qualquer coisa que estiver ao seu alcance. você pode brincar, tirando e colocando junto com ele. Mais uma vez, vale lembrar: cuidado com objetos e brinquedos que não sejam seguros - pequenos demais, que tenham pontas, que cortem etc.

23. Caça ao brinquedo: Para diverti-lo e também ajudar a fortalecer seus músculos da perna, coloque o bebê sentado em uma extremidade do sofá e fique com o brinquedo na outra. Ele vai tentar pegá-lo. Ou, se o bebê estiver no chão, tentará alcançar você e o brinquedo subindo no sofá.

24. Rolar, apertar, explorar: Use os brinquedos para várias atividades: mexa em diferentes direções para a criança seguir com o olhar. Estimule o bebê a rolar, apertar e explorar o brinquedo. Mostre como ele funciona para a criança imitar.

25. Pega-pega: Já dá para brincar de pega-pega! Se você falar e mostrar que está indo atrás dele, com certeza seu bebê vai desandar a engatinhar na direção contrária, rindo e tentando escapar.

26. Alturas e obstáculos: Coloque diversas almofadas e travesseiros em cima de um edredom e deixe o bebê rolar para lá e para cá, explorando as alturas e os obstáculos que esses objetos proporcionam. Faça isso no chão - e não em cima da cama -, assim poderá brincar mais relaxada, sem se preocupar com que o bebê caia.

27. Pular: Pule com o bebê no colo! Eles ainda não sabem fazer isso e adoram o friozinho na barriga que sentem com o movimento!

28. Serra, serra, serrador... :Lembra do "serra, serra, serrador..."? Pois invista em todas as brincadeiras que seus pais faziam com você quando criança. Essa em particular, por causa dos movimentos, da sua atenção e da canção bacana, é uma das preferidas dos pequenos.

29. Fantasias: Caso tenha perucas em casa, ou qualquer outro tipo de fantasia, brinque de experimentá-la na frente do bebê, fazendo caras e bocas. Até um simples óculos de sol colocado rapidamente vai faze-lo rir.

Brincadeiras para quando ele já anda mesmo quando os primeiros passos ainda são inseguros, arrisque movimentos mais amplos e deixe-os fazer quase tudo.

30. Corrida maluca: As cadeiras são uma delícia nessa fase e ajudam no processo de andar. Empurre com eles para mostrar como se faz. Com o tempo, vocês podem bolar até uma corrida maluca.

31. Pista de dança: Dance com ele. não apenas as músicas infantis mas também as suas preferidas. Apresente vários estilos e vários tipos de movimento.

32. Correr: O pega-pega continua sendo um sucesso nessa idade. A criança vai adorar correr de você e será capaz até de inverter os papéis e passar a ser a pegadora depois de um tempo.

33. Mais esconde-esconde: Além do pega-pega, em ritmo devagar, é claro, você pode brincar de esconde-esconde usando bichinhos, bonecos e outros brinquedos. você esconde, mesmo que na frente da criança, e ela tem de ir até o local achar o objeto.

34. No parque: Use e abuse dos parquinhos. Vá ao escorregador (quando for possível e ele aguentar seu peso) ou segure a criança enquanto ela brinca. Faça isso em todos os brinquedos. Eles vão achar uma delícia ter sua companhia.

35. Para puxar: Carrinhos ou bichinhos que possam ser puxados por vocês dois são um sucesso nessa época. Se não tiver pronto, improvise amarrando suas pelúcias preferidas e saia puxando pela casa.

36. Para puxar, parte 2: Brincadeira parecida com a de cima: passe uma fralda grande ou uma fita em volta da criança e ela se transformará no objeto que você puxa. Mas faça isso com muito cuidado, respeitando a velocidade da criança.

37. Pula, pula: Tomando cuidado com a segurança, coloque a criança em um local mais elevado (em cima da mesa da cozinha, por exemplo), posicione o seu braço bem perto, sem tocá-la, e estimule com um "pula". Quando ela pular, pegue-a rapidamente.

38. Bolinhas de sabão: Toda criança fica fascinada com bolinhas de sabão e essa pode ser uma ótima forma de brincar com elas. Vá fazendo bolinhas de forma que elas caiam sobre o seu filho e ele possa andar um pouquinho e pegá-las.

39. Bolas: Vá a parques, pátios, locais grandes e arejados, onde vocês possam correr, se movimentar de forma mais livre. E leve brinquedos. A bola, por exemplo, passa a ter um papel importante: a criança começa a aprender que pode pegar e jogar de volta para você.

40. Cantigas: Aproveite as primeiras palavras, mesmo que elas sejam incompreensíveis, e faça duetos, cantando cantigas de roda com o seu filho. "Nana nenê", por exemplo, tem uma melodia e palavras fáceis de decorar.

41. Teatrinho: Brinque com fantoches. Eles podem ser prontos ou improvisados com panos e bichinhos. O que vale são os movimentos, as histórias e as entonações diferentes da sua voz.

42. Teatro de sombras: Na hora de dormir (ou em qualquer outro momento que tenha um abajur por perto), brinque de teatro das sombras. Faça formas de coelhinho e outros bichinhos na parede. No final, seu bebê estará tentando fazer também!

43. Carimbos: Coloque papel kraft no chão, pinte seus pés e suas mãozinhas e saiam fazendo carimbos. Rende uma bela recordação.

44. Gangorra: Deite no chão, flexione as pernas e coloque seu bebê em cima, fazendo movimentos de gangorra. O friozinho na barriga será o máximo para eles.

45. Riscos e rabiscos: Libere lápis aquarela ou mesmo tinta e pincel e deixe seu filho pintar você! Sim, é uma delícia. Costas, braços e pernas podem ser ótimos lugares para os rabiscos infantis. Garanta apenas que o material usado saia com água e sabão. E não se esqueça de tirar fotos para o álbum da família.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

CARDÁPIO SAUDÁVEL E DIVERTIDO!

Quando se prepara uma festa infantil, uma das grandes preocupações é o que colocar no cardápio. Cachorro quente, salgadinhos, docinhos, algodão doce...uma infinidade de gostosuras! Mas com o crescente aumento da obesidade infantil, uma preocupação se torna evidente: servir comidinhas mais saudáveis para as crianças.
Hoje em dia,  os buffets já oferecem muitas opções que misturam os tradicionais doces e salgados com receitas menos calóricas  e mais saudáveis. Então, se você optar por escolher um buffet, procure se informar sobre as opções de cardápios para festas infantis. Mas se a festinha for em casa e a mamãe optar por não trabalhar com buffets, existe a possibilidade de criar cardápios ricos e nutritivos sem gastar muito. Uma boa dica é servir saladinhas de frutas, montando uma mesa com várias frutinhas e deixar as próprias crianças montarem seu prato. Elas irão amar! Se o tradicional cachorro quente não pode faltar na sua festa, opte então por usar o pão integral. Sanduíches naturais de frango, ou presunto e queijo, com saladinha de alface, cenoura picadinha e tomatinho cereja pode também fazer parte do cardápio. Os salgadinhos não precisam ser excluídos , apenas dê preferência aos assados que são mais saudáveis por terem menos gordura e menos colesterol. Para as bebidas, substitua os refrigerantes pelos sucos naturais e sirva em copos coloridos e com canudinhos. Ou então para deixar a festa mais criativa pode-se também ser usadas as famosas suqueiras onde as pessoas se servem a vontade e os sucos são servidos em garrafinhas...que criança não irá se encantar?
Confira agora uma lista de receitinhas saudáveis e práticas de fazer:

Sanduíches: podem ser de pão integral, ou os enrolados com pães de massa bem fininha. Para fazer o recheio você pode usar: presunto com mussarela, mussarela com alface e tomate, patê de atum com tomate, requeijão cremoso e presunto, banana com geléia, e goiabada cremosa com queijo branco. Caprichar na apresentação para atrair a atenção da criançada faz toda diferença, por isso usar cortadores especiais faz com que os simples sanduíches adquiram formatos muito divertidos, como corações, estrelas, bonequinhos etc.


Pão de queijo: Famoso, nutritivo e todo mundo adora. Então por que não ser uma opção? Pode-se inovar e servir recheado de requeijão cremoso, presunto picadinho com mussarela, patê de milho...o que sua imaginação e paladar mandar!

Cachorro quente e mini hambúrguer: São os mais aceitos pelas crianças nas festinhas. Para o cachorro quente, salsicha de frango é uma boa pedida, e para o mini hambúrguer, bife de frango com saladinha de alface e tomate. Eles, juntamente com os sanduíches, podem ser servidos como finger foods...as crianças amam se servir!
Espetinhos: Nutritivos, e são uma decoração a mais na mesa. Podem ser de queijo, presunto, tomatinho-cereja e azeitona. Use a imaginação!
Salada de frutas e espetinhos de frutas: Fica mais divertido e atraente para a criança se ela mesmo puder servir e montar seu espetinho ou copinho de salada. 

Gelatinas: São muito apreciadas nas festinhas e podem ser servidas de maneiras variadas.

Picolé de frutas: Feito com suco natural, ou então com a própria fruta congelada e colocada no palito. Um idéia linda e divertida! 

Bebidas: Você pode oferecer vários tipos como suco natural, água de côco , além da água natural. Pode ser servido batidinhas com frutas de diversos sabores. A apresentação também conta neste caso, e como falei anteriormente uma opção linda são as suqueiras que hoje são encontradas com facilidade no mercado e que fazem a diversão da criançada. 

E é claro que os tradicionais docinhos e salgadinhos não têm como ficar de fora, então não custa nada mesclar o cardápio e tentar pelo menos servir  um menu mais saudável sem deixar de ser gostoso e divertido. Aposto que sua festa será um sucesso e a saúde da criançada agradece!

O Doping das Crianças

O que o aumento do consumo da “droga da obediência”, usada para o tratamento do chamado Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, revela sobre a medicalização da educação?

A reportagem pode ser lida na integra em: http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2013/02/o-doping-das-criancas.html
 
Eliane Brum, jornalista, escritora e documentarista. Autora de um romance - Uma Duas (LeYa) - e de três livros de reportagem: Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua  -  (Foto: Lilo Clareto/Divulgação)ELIANE BRUM

Um estudo divulgado na semana passada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) deveria ter disparado um alarme dentro das casas e das escolas – e aberto um grande debate no país. A pesquisa mostra que, entre 2009 e 2011, o consumo do metilfenidato, medicamento comercializado no Brasil com os nomes Ritalina e Concerta, aumentou 75% entre crianças e adolescentes na faixa dos 6 aos 16 anos. A droga é usada para combater uma patologia controversa chamada de TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. A pesquisa detectou ainda uma variação perturbadora no consumo do remédio: aumenta no segundo semestre do ano e diminui no período das férias escolares. Isso significa que há uma relação direta entre a escola e o uso de uma droga tarja preta, com atuação sobre o sistema nervoso central e criação de dependência física e psíquica. Uma observação: o metilfenidato é conhecido como “a droga da obediência”.
O boletim da Anvisa é uma indicação de que o uso abusivo do metilfenidato pode se tornar um problema de saúde pública no Brasil. A pesquisa é o ponto de partida para vários caminhos de investigação, inclusive jornalística. Por que Porto Alegre é a capital brasileira com maior consumo da droga? Por que o Distrito Federal é, entre as unidades da federação, a que registrou maior uso de metilfenidato? Por que Rondônia, entre os estados do norte, tem um consumo 13 vezes maior que o estado com menor consumo registrado? O que diferencia os médicos brasileiros, concentrados nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que mais prescrevem o medicamento no Brasil? E por que os três maiores prescritores, dois deles profissionais do Distrito Federal, são os mesmos nos três anos pesquisados? Em 2011, as famílias brasileiras gastaram R$ 28,5 milhões na compra da droga da obediência – R$ 778,75 por cada mil crianças e adolescentes com idade entre 6 e 16 anos. É preciso seguir as pistas e compreender o que está acontecendo.
A TDAH seria um transtorno neurológico do comportamento que atingiria de 8 a 12% das crianças no mundo. No Brasil, os índices são bastante discordantes, alcançando até 26,8% . Os sintomas considerados para o diagnóstico em crianças são: apresentar dificuldade para prestar atenção e passar muito tempo sonhando acordada; parecer não ouvir quando se fala diretamente com ela; distrair-se facilmente ao fazer tarefas ou ao brincar; esquecer as coisas; mover-se constantemente ou ser incapaz de permanecer sentada; falar excessivamente; demonstrar incapacidade de brincar calada; atuar e falar sem pensar; ter dificuldade para esperar sua vez; interromper a conversa de terceiros; demonstrar inquietação.
Um parêntese. A droga tem sido usada por jovens e adultos de todas as idades, na crença de que ela potencializaria a atenção e o rendimento. É difícil quem não conheça alguém que já usou o medicamento para fazer provas na escola ou na universidade, assim como em vestibulares e concursos. O uso é disseminado no ambiente profissional, utilizado por quem quer melhorar seu desempenho ou precisa terminar um trabalho em prazo curto. Também é popular entre aqueles que querem ficar “bombados” para uma balada. Alguns recorrem ao mercado ilegal, outros simulam os sintomas de TDAH nos consultórios médicos para conseguir a receita. Sobre esse tipo de consumo há unanimidade: é totalmente contraindicado.
Entre as considerações finais, os autores da pesquisa da Anvisa, Márcia Gonçalves de Oliveira e Daniel Marques Mota, afirmam:
- Os dados demonstram uma tendência de uso crescente no Brasil. No entanto, a pergunta que precisa ser respondida é se esse uso está sendo feito de forma segura, isto é, somente para as indicações aprovadas no registro do medicamento e para os pacientes corretos, na dosagem e períodos adequados. O uso do medicamento metilfenidato tem sido muito difundido nos últimos anos de forma, inclusive, equivocada, sendo utilizado como “droga da obediência” e como instrumento de melhoria do desempenho seja de crianças, adolescentes ou adultos. Em muitos países, como os Estados Unidos, o metilfenidato tem sido largamente utilizado entre adolescentes para melhorar o desempenho escolar e para moldar as crianças, afinal, é mais fácil modificá-las que ao ambiente. Na verdade, o medicamento deve funcionar como um adjuvante no estabelecimento do equilíbrio comportamental do indivíduo, aliado a outras medidas, como educacionais, sociais e psicológicas. Nesse sentido, recomenda-se proporcionar educação pública para diferentes segmentos da sociedade, sem discursos morais e sem atitudes punitivas, cuja principal finalidade seja a de contribuir com o desenvolvimento e a demonstração de alternativas práticas ao uso de medicamentos. 
 

Manual para evitar quedas das crianças

 

 
Shutterstock

QUAL O PERIGO?
As quedas são a principal causa de atendimento de crianças de 0 a 9 anos nas unidades de urgência do Sistema Único de Saúde, de acordo com dados do Ministério da Saúde.
Representam 50% dos acidentes que envolvem crianças, sendo que a maioria acontece em casa.
Cair faz parte do desenvolvimento da criança, dos primeiros passos às corridas de bicicleta. Mesmo assim, algumas medidas de prevenção são importantes para evitar acidentes mais graves.
COMO PREVENIR
- A supervisão de um adulto é fundamental, pois a maioria das quedas está associada à ausência de um cuidador;
- Nunca deixe o bebê sozinhos, principalmente na cama e no trocador, mesmo que ele ainda não consiga rolar. Um segundo de descuido durante a troca de fraldas, por exemplo, é o suficiente para ele cair. Por isso, mantenha sempre uma das mãos na criança;
- Atenção à altura da base do berço: se a criança já consegue ficar em pé, pode cair por cima da grade;
- Quando ela já tiver idade para dormir na cama, escolha um modelo com grade protetora de ambos os lados;
- Esqueça os andadores! Por causa da gravidade das lesões relacionadas a esse tipo de equipamento, eles são contra-indicados pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Outros traumas frequentemente associado aos andadores são lesões nas unhas, nos dedos e até mesmo nos tornozelos do bebê;
- Use portões de segurança no topo e na base das escadas;
- Se possível, bloqueie o acesso com grades às áreas de risco da casa, como cozinha, lavanderia e área externa;
- Pisos escorregadios são um perigo, cuidado! Para evitar quedas, coloque antiderrapante nos tapetes;
- Instale grades ou redes de proteção nas janelas e sacadas;
- Mantenha armários, camas e outros móveis afastados das janelas. Convém verificar, também, se os móveis, o tanque e as louças do banheiro estão fixos e estáveis;
- No playground, veja se os brinquedos estão em boas condições e são adequados à idade da criança. Outras características importantes: piso macio para amortecer as quedas (grama, areia ou piso emborrachado) e brinquedos com no máximo 1,5 m de altura;
- Na escola, as crianças devem ser separadas por faixa etária na hora do recreio;

- Equipamentos de segurança, como capacete e joelheiras, são fundamentais nas brincadeiras de bicicleta, skate ou patins.
PRIMEIROS SOCORROS
- Em primeiro lugar, mantenha a calma. Tenha sempre à mão o número do telefone de emergência do Pronto Socorro mais próximo de casa. Ligue para o pediatra e, se for o caso, leve a criança ao PS;
- Os recém-nascidos sempre devem ser levados ao pronto-antendimento ao sofrer uma queda. Já as crianças maiores, depende da situação. Por isso, é importante falar com o pediatra antes. Ele vai avaliar questões como altura da queda, área do corpo que recebeu o primeiro impacto, tipo de superfície ou obstáculos no trajeto e como a criança reagiu. Sonolência, desorientação, estrabismo, pupilas desiguais, saída de liquido claro pelo nariz ou ouvidos e vômitos, por exemplo, são sinais graves;

- O ideal é que a criança não durma após uma queda, simplesmente porque assim fica mais difícil observar como ela vai reagir depois do acidente. Por isso, se a queda coincidir com o horário do sono da criança, deve-se acordá-la a cada duas ou três horas para verificar se ela responde aos estímulos normalmente.

Fonte: Ministério da Saúde; Sociedade Brasileira de Pediatria; Criança Segura; Victor Nudelman, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI75091-16889,00.html

 

domingo, 4 de novembro de 2012

Idéias para montar pratos para crianças

Dicas para montar pratos para as crianças. Pode ser engraçado, mas estes pratos podem servir e muito de ferramentas para os pais.Pois nem todas as criaças se alimentam de maneira saudável. Lembrem-se pais, seus filhos comerão de maneira correta inspirando nos seus hábitos, passe a obeservar o que você alimenta para inspirá-loss. Não adianta forçá-los a comer algo que você não coma.  só porque é saudável.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Qualidade X quantidade do tempo que dedicamos aos filhos

Trecho da entrevista de Sérgio Sinay


"Não há qualidade sem quantidade. Em qualquer tarefa para alcançar qualidade é preciso tempo, compromisso, dedicação. O famoso “tempo de qualidade” de que falam muitos pais – e que inclusive tem o apoio de pediatras e psicólogos infantis – é uma desculpa para que os pais não se sintam culpados. Os pais são adultos e um adulto sabe que na vida não se pode tudo. Há que optar. Para dedicar tempo aos filhos, é preciso deixar outras coisas de lado. O “tempo de qualidade” são cinco minutos nos quais os pais culpados dão tudo aos filhos para evitar o conflito. Isso faz muito mal aos filhos. Se não há tempo, não há qualidade. E se não há tempo para os filhos, é preciso pensar antes de se tornar pais. Depois é tarde."
 
Sérgio Sinay é escritor, 66 anos, é um especialista em vínculos humanos. Sociólogo e jornalista, formou-se na Escola de Psicologia da Associação Gestáltica de Buenos Aires. Requisitado consultor sobre assuntos familiares e relações pessoais, tem vários livros publicados. O mais novo, Sociedade dos Filhos Órfãos, que acaba de sair em português (Editora BestSeller), é uma dura crítica ao modo de vida da atualidade, em que pais delegam a educação e a atenção aos filhos para babás, escolas e até para as novas tecnologias – como celular, televisão e computadores. Para entrevista na integra leia em ttp://colunas.revistaepoca.globo.com/mulher7por7/2012/08/02/para-dedicar-tempo-aos-filhos-e-preciso-deixar-outras-coisas-de-lado/

sábado, 29 de setembro de 2012

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Diabetes Infantil


  Diabetes Infantil:  Sintomas, Cuidados e Tratamento: O diabetes infantil exige cuidados especiais com a alimentação e impõe hábitos rígidos às crianças para toda vida. Ver uma criança se deliciando com balas, chocolates e sobremesas é um prazer raro para quem tem um filho diabético.    A doença, surge abruptamente e pode tanto afetar crianças e adolescentes em qualquer idade, é um dos problemas crônicos mais comuns da infância e faz 200 novas vítimas por dia ao redor do mundo. E o pior: sem tratamento adequado, pode provocar complicações graves, como perda da visão e amputação de membros.

Sintomas do Diabetes Infantil

- Aumento da sede: a criança passa a beber mais água que o normal e, mesmo assim, continua sedenta.
- Aumento da diurese: como conseqüência da ingestão excessiva de água,
ocorre um aumento na quantidade de urina produzida pelo corpo, que se reflete em maior freqüência ao banheiro.
- Perda de peso: apesar de um notório aumento de apetite, a criança não engorda e ainda passa a perder peso.

Tipos de diabetes

Tipo 1: O diabetes tipo 1 é uma doença auto-imune, que ocorre quando o organismo produz anticorpos contra as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina. Esse tipo de diabetes se caracteriza, portanto, pela falta de secreção de insulina pelo organismo, resultando em hiperglicemia, ou seja, elevação da taxa de açúcar no sangue. É geralmente mais comum em crianças e apresenta um componente familiar, com cerca de 20% de positividade genética. Os diabéticos tipo 1 são insulino-dependentes, ou seja, precisam de aplicações de insulina para sobreviver.
Tipo 2: O diabetes tipo 2 é o mais comum e ultimamente tem aparecido mais entre crianças também. Nesse caso, o pâncreas pode até produzir uma quantidade adequada de insulina, mas seu organismo não consegue aproveitar esse hormônio como deveria, pois se mostra resistente a ele. O aparecimento do diabetes tipo 2 em pessoas mais jovens relaciona-se às altas taxas de obesidade observadas atualmente.
Causas:
Existem várias fatores que influenciam a diabetes, existe a pré disposição genética, obesidade, o consumo excessivo de açúcar e carboidratos, sedentarismos e pesquisando na net até alguns medicamentos como os para artrite e  esquizofrenia podem causar a diabetes. 
Tratamento
O tratamento no inicio é a base de insulina, exercícios físicos, dieta e controle na alimentação. no site http://nutricao.diabetes.org.br/receitas existe várias receitas exclusivas para quem tem a doença.




quinta-feira, 20 de setembro de 2012

como fazer a criança comer verduras e frutas

 
    
A maioria das mães (e dos pais também) sofre com o fato de os filhos não comerem frutas e verduras. Isso acaba tornando a hora das refeições - que deveria ser um momento de prazer - em uma tortura horrível tanto para os pais, como para a criança.
Algumas dicas básicas podem ajudar a solucionar o problema.

1. não force a criança a comer o que ela não gosta
Se você brigar com a criança ou forçá-la a comer algo com violência, a criança vai ficar com mais raiva ainda da comida. Além disso, esse tipo de discussão ou briga acaba tirando o apetite e estragando a hora do almoço de todos os que estiverem na mesa. Mas, reforce que o que está na mesa é o que tem. Nada de correr e preparar um ovo ou linguiça frita só porque ela não quer o frango. A criança tem que aprender a ter diversidade no seu paladar para depois dizer se gosta ou não.

2. dê o exemplo
Esse é o segundo conselho mais importante. Não adianta você querer que seu filho coma saladas se você não come.
Dizer "faça o que eu digo, não faça o que eu faço" é coisa de pais hípócritas: a criança acaba ficando com raiva e se decepcionando com os pais se suas atitudes se contradizem com seus conselhos.

3. dê conhecimento
A gente não gosta daquilo que não conhece. Mostre as verduras, diga-lhes os nomes, diga que vitaminas cada verdura ou fruta tem e para que serve. Diga o que acontece se faltar alguma vitamina ou mineral no corpo.
Mostre livros que falem sobre o funcionamento do corpo humano (as crianças adoram ver como é que as coisas funcionam), ou sobre nutrição. Dê preferência a livros que tragam bastante ilustrações e que coloque o assunto de maneira clara, mas não infantilizada demais (as crianças não gostam de ser tratadas como se fossem retardadas).

4. veja o que você põe na salada
Evite colocar o mesmo tempero em todas as saladas. Algumas famílias têm o hábito de colocar vinagre em todas as verduras: se a criança não gostar do vinagre, não vai gostar de nenhuma verdura, pois todas terão o mesmo gosto. Isso vale pra qualquer tempero, principalmente os com sabor mais forte. Ah, e isso eu falo por experiência própria. hehehe

5. experimente molhos e temperos diferentes
Existem vários molhos diferentes para saladas.
Tente de tudo: molho de iogurte, maionese, molho branco, vinhagre de álcool, vinagre de vinho, vinagre de maçã, azeite de oliva, sal, cominho, ervas finas, alecrim, orégano, orégano com queijo (para dar aquele cheirinho de pizza), queijo derretido, molho de queijo, creme de leite, etc.

6. a salada não é prato secundário
Experimente colocar a salada como prato principal de algumas refeições.

7. faça pratos diferentes
A maioria das crianças não gosta de cenoura cozida no vapor, nem de cenoura crua ralada. Mas boa parte delas gosta de bolo de cenoura, suflê de cenoura, suco de cenoura e de outros pratos em que a cenoura é o ingrediente principal. S você prepara pratos gostosos com a cenoura e diz que é feito com cenoura, é possível que a aversão que a criança tem à cenoura diminua e talvez até desapareça. De quaquer forma, se ela comer pratos que contenham cenoura, já é muito bom. Isso vale para qualquer verdura ou fruta.
Experimente servir apenas vegetais em uma determinada refeição. Por exemplo: faça uma lazanha de brócolis, uma saladinha de tomate temperada com sal e azeite de oliva, e sirva também folhas de alface. Se desejar, cozinhe umas batatas e cenouras para dar mais volume à refeição (caso você sirva no almoço). Essa é uma refeição saborosa e nutritiva. Duvido que as crianças reclamem.

8. coloque no arroz
Aproveite o arroz para enriquecer a dieta de seu filho.
- coloque cebola ou alho picadinho no arroz. As crianças nem vão notar!
- corte cenoura em cubinhos e coloque no arroz. Chame de arroz fantazia. Fica bonito e as crianças, em geral, não reclamam.
- se você cozinhou verduras, não jogue a água fora: use-a para cozinhar o arroz. Assim os nutrientes que saíram das verduras cozidas não vão pro ralo: vão pro arroz.
- tente outras coisas como arroz à grega.

9. preparos diferentes
Existem muitos pratos saborosos que contêm verduras cruas ou cozidas. Experimente fazer alguns destes pratos de vez em quando.
Aqui vão algumas sugestões de pratos gostosos com verduras e legumes:
suflês, lazanhas, yakisoba, cremes, tortas salgadas, tortas de legumes, bolos, etc.

10. faça pratos lúdicos
A hora da refeição não pode ser algo desagradável, tem que ser um momento divertido e prazeroso. Faça pratos coloridos, com desenhos ou formas diferentes. Às vezes um simples detalhe, como uma fatia de limão enfeitando o copo de suco ou da salada de frutas já faz a criança despertar o interesse pela comida.
Algumas sugestões: canudinhos recheados, saladas coloridas, rolinhos primavera, saladas de frutas com enfeites na borda do copo, carambola fatiada (fica parecendo uma estrela), etc.


11. use o liquidificador
Os legumes que ela não comeu no almoço faça sopa batida no liquidificador, ela nem vai notar e estará ingerindo nutrientes saudavéis.


12. deixe a criança participar
Leve as crinaças para a cozinha e deixe ela ser sua ajudante. Ela sentirá entusiasmada de preparar coisas de "gente grande". E reforce que está saboroso porque ela ajudou.
Se você tiver casa, faça uma pequena horta. As crianças gostam desse tipo de coisa e às vezes elas falam com orgulho: "esse alface é da minha horta!".
Levar a criança pra feira e perguntar o que ela quer pode ser bem interessante. Ela vai responder que quer algo. Dificilmente elas têm a idéia de dizer que não querem nada: elas sempre querem alguma coisa. Depois pergunte como ela vai querer que o que ela escolheu seja preparado.
Se ela não quiser participar, não insista.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Obesidade Infantil e na Adolescência

Obesidade Infantil e na Adolescência


A obesidade não é mais apenas um problema estético, que incomoda por causa da “zoação” dos colegas. O excesso de peso pode provocar o surgimento de vários problemas de saúde como diabetes, problemas cardíacos e a má formação do esqueleto.
Cerca de 15% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem de problemas de obesidade, e oito em cada dez adolescentes continuam obesos na fase adulta.
As crianças em geral ganham peso com facilidade devido a fatores tais como: hábitos alimentares errados, inclinação genética, estilo de vida sedentário, distúrbios psicológicos, problemas na convivência familiar entre outros.
As pessoas dizem que crianças obesas ingerem grande quantidade de comida. Esta afirmativa nem sempre é verdadeira, pois em geral as crianças obesas usam alimentos de alto valor calórico que não precisa ser em grande quantidade para causar o aumento de peso.

Consumo demasiado de alimentos gordurosos

Como exemplo podemos citar os famosos sanduíches (hambúrguer, misto-quente, cheesburguer etc.) que as mamães adoram preparar para o lanche dos seus filhos, as batatas fritas, os bife passados na manteiga são os verdadeiros vilãs da alimentação infantil, vindo de encontro ao pessoal da equipe de saúde que condenam estes alimentos expondo os perigos da má alimentação aos pais onde alguns ainda pensam que criança saudável é criança gorda. As crianças costumam também a imitar os pais em tudo que eles fazem, assim sendo se os pais tem hábitos alimentares errados, acaba induzindo seus filhos a se alimentarem do mesmo jeito.

Falta de atividades físicas

A vida sedentária facilitada pelos avanços tecnológicos (computadores, televisão, videogames, etc.), fazem com que as crianças não precisem se esforçar fisicamente a nada. Hoje em dia, ao contrário de alguns anos atrás, as crianças devido a violência urbana a pedido de seus pais, ficam dentro de casa com atividades que não as estimulam fazer atividades físicas como correr, jogar bola, brincar de pique etc., levando-as a passarem horas paradas enfrente a uma tv ou outro equipamento eletrônico e quase sempre com um pacote de biscoito ou um sanduíche regados a refrigerantes. Isto é um fator preocupante para o desenvolvimento da obesidade.

Ansiedade

Não são apenas os adultos que sofrem de ansiedade provocados pelo stress do dia a dia. Os jovens também são alvos deste sintoma, causados, por exemplo, por preocupações em semanas de prova na escola ou pela tensão do vestibular, entre outros. A ansiedade os faz comer mais.É como se fosse uma comilança compulsiva, sem fome.
Psiquiatras afirmam que por trás de um obeso sempre poderá existir um problema psicológico, agravando-se devido a nossa cultura onde a sociedade exclui os gordinhos de várias brincadeiras devido a sua situação. Isso só leva a criança ou adolescente a piorar porque quase sempre são tímidas e sentem-se envergonhadas, acabam se isolando e fazendo da alimentação uma “fuga” da realidade, isto é, quanto mais rejeitado, mais ansiosos mais comem.

Depressão

Pessoas com sintomas de depressão, sofrem alterações no apetite podendo emagrecer ou engordar. Algumas pesquisas comprovaram que a pessoa deprimida, geralmente não pratica atividades físicas e come mais doces, principalmente, o chocolate.

Fatores hormonais

A obesidade pode ainda ter correlação com variações hormonais tais como: excesso de insulina; deficiência do hormônio de crescimento; excesso de hidrocortizona, os estrógenos etc.

Fatores Genéticos

Algumas pesquisas já revelaram que se um dos pais é obeso, o filho tem 50% de chances de se tornar gordinho, e se os dois pais estão acima do peso, o risco aumenta para 100%. A criança que tem pais obesos corre o risco de se tornar obesa também porque a obesidade pode ser adquirida geneticamente.
Você já prestou atenção e que tem sempre alguém gordinho na sua turma ou entre os seus amigos do bairro?
Isso indica que a obesidade é um risco cada vez mais presente na vida dos jovens de hoje em dia, o que é muito preocupante. Você sabia que nos anos 70, a relação de brasileiros obesos entre 6 e 18 anos em condições acima do peso eram apenas 3%?
E o pior que nos últimos 30 anos o contingente de gordos aumentou 5 vezes, ou seja, aproximadamente 6,5 milhões de crianças e adolescentes são obesos.
revenção é a palavra chave para evitar a obesidade. Aqui vão algumas dicas recomendadas por médicos e nutricionistas para que você se previna contra esse mal e tenha uma vida sempre saudável:
  • Seguir uma alimentação balanceada, rica em frutas, legumes e verduras.
  • Respeitar os horários das refeições e não beliscar guloseimas entre um intervalo e outro.
  • Evitar alimentos gordurosos, como doces, frituras e refrigerantes
  • Praticar atividades físicas, sejam esportes no colégio ou academia, desde que seja
    orientado por um profissional. Caminhar é a melhor pedida, pois qualquer pessoa pode
  • Beba bastante água, pelo menos 2 litros por dia. A água é importantíssima
    no bom desempenho das funções do organismo.Principalmente para quem pratica
    atividades físicas, pois mantém o corpo sempre hidratado.
A obesidade é um problema grave e deve ser encarado com cuidado. Se você está ou conhece alguém que esteja acima do peso, deve procurar ajuda médica, pois as causas da obesidade podem ter diversas origens desde hábitos irregulares até fatores genéticos e hormonais. Quanto mais cedo for tratado, maiores são as chances de cura. Mas não se esqueça que o mais importante é estarmos de bem com nós mesmos. Ter um corpo legal depende do equilíbrio emocional e uma mente consciente.
Ivana Silva e Cássia Nunes